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quarta-feira, 11 de maio de 2011

IBGE reconhece CG como maior cidade em inovação do Nordeste

O levantamento foi feito para apresentar um mapa para potencial investidores e mostra que estas cidades estão atraindo cada vez mais investidores, por conta do grande número de profissionais inovadores e das condições oferecidas para que haja os investimentos.



Campina Grande foi classificada entre as 45 cidades brasileiras – e entre as quatro da Região Nordeste – com maior potencial de inovação, segundo levantamento feito pelo Instituto Inovação, Sebrae, IBGE e a participação de consultores especializados na área. O resultado da pesquisa foi apresentado como “As cidades Mais Inovadoras do Brasil – os 45 bolsões de inovação nas cinco regiões brasileiras”.

O levantamento foi feito para apresentar um mapa para potencial investidores e mostra que estas cidades – cada uma com o seu potencial específico – estão atraindo cada vez mais investidores, por conta do grande número de profissionais inovadores e das condições oferecidas para que haja os investimentos.

No caso de Campina Grande, a revista destaca como potenciais da cidade: Tecnologia da Informação, softwares, games (produção de jogos para vídeo-game) e Saúde. “Nesses centros de geração de conhecimento e de mão de obra de qualidade, quem abre uma empresa não sonha com negócios comuns, mas sim com idéias que irão transformar a ciência, o campo e a tecnologia”, afirma o texto final do relatório, publicado na mais recente edição da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

O estudo classifica as 45 cidades citadas com maior potencial de inovação, nas cinco regiões do Brasil, como as localidades “em que empresários têm melhores condições para criar e atrair recursos” e destaca a participação do Poder Público para a criação neste cenário. “Vem crescendo o capital, público e privado, destinado a negócios de fronteira”, afirma.

Única do interior em três regiões – Um destaque especial para Campina Grande é que o estudo mostra que ela é a única cidade do interior do Norte, Nordeste e Centro-Oeste a figurar entre as 45 do país. No Norte a publicação cita Manaus, capital do Amazonas; e Belém, capital do Pará. No Centro-Oeste, apenas Brasília, a capital do país, figura entre as mais inovadoras.

Na região Nordeste, são citadas quatro cidades: Recife, Fortaleza, Salvador e Campina Grande. Ou seja: três grandes capitais e só Campina como cidade do interior, na frente de outras capitais nordestinas, como João Pessoa, Natal, São Luis, Teresina, Maceió e Aracaju; e de outras cidades do interior, como Caruaru, Feira de Santana, Mossoró, dentre outras.

Nas demais regiões – Sudeste e Sul – há a citação a cidades do interior. “Isso quer dizer que coube a Campina Grande representar o interior de três regiões brasileiras, como cidade inovadora e com potencial de atrair investimentos”, afirmou o Secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Campina Grande, Gilson Lira.

Recentemente, Campina foi destaque em publicações como a Gazeta Mercantil e a Voce S.A., que citaram a cidade como a melhor para se fazer carreira em todo o interior do Nordeste, ou a mais promissora da região. Campina também foi apresentada como cidade com indicadores extremamente positivos no que se refere ao desenvolvimento, como o Índice Firjam de Desenvolvimento e o IPC (Índice de Potencial de Consumo) dos moradores das cidades brasileiras – o de Campina ficou entre os maiores do país.

“Isso é fruto de um grande trabalho desenvolvido na cidade, da união de entidades como a Fundação Parque Tecnológico, Universidade Federal de Campina Grande e Prefeitura de Campina Grande, que tem buscado gerar este cenário propício aos novos empreendedores e aos novos investimentos”, disse Gilson Lira.

“Se observarmos bem, todos estes indicadores passaram a fazer parte da cidhttp://www.blogger.com/img/blank.gifade a partir de 2006, com a publicação do estudo ‘Os Municípios Mais Dinâmicos do País’ e, com isso, anualmente há este reconhecimento ao potencial de Campina, através de diversas entidades e de variados estudos científicos, o que é muito positivo para a cidade”, complementou o Secretário de Desenvolvimento Econômico.

FONTE GIROPB

terça-feira, 19 de abril de 2011

Desenho Técnico para fabricação de máquina portátil de Tijolo Ecológico CONTATOS VIVO-83 8123 8077 TIM 83 9970 0698 Oi 83 8704 2894

Projeto maquinas portatil de tijolo ecologico milhares de pessoas no mundo tem casa própria fabricada com o material mais econômico e abundante que existe, a terra. projeto: 1.desenho técnico detalhado para fabricar em aço carbono soldado, prensa mecânica molde de tijolo maciço e de furo solo-cimento tamanho projeto pode ser adptavel para qualquer medidas 2.o projeto completo é dividido em 08 desenhos detalhados de cada uma das partes que compõe a prensa, com medidas em milímetro e uma foto da mesma peça pronta, facilitando a sua fabricação tanto para serralheiros, mecânicos , leigos, etc. 3.um detalhamento descritivo orientando os corte, soldas, furos e chamando a atenção aos detalhes facilitando a fabricação, montagem, e a qualidade do equipamento. 4.a prensa mecânica para a fabricação de tijolo maciço em solo-cimento é uma tecnologia com mais de ciquênta anos de existência e aprovada em todo o mundo. seu custo de produção é muito baixo, possibilitando a qualquer um fabricá-la. seja para uso próprio, aluguel ou para venda. hoje se pode encontrar prensa dos mais variados modelos e tamanhos fabricando inúmeros modelos de tijolos com um princípio básico, terra mais cimento prensados. o outro agromerante como calcário, cal, cinza, estabilisantes, etc. 5.os desenhos são enviados a qualquer parte e a assistência técnica prestada sem nenhum custo adicional. 6.os desenhos são enviados para o seu email em formato pdf de onde poderá imprimir. 7.se no futuro quiser adquirir projetos e desenhos com aperfeiçoamentos e adaptações, só terá que pagar pela diferença de ambos. em qualquer serralheria ou metalmecânica se pode fabricar nossa prensa com os desenhos detalhados e as ilustrações passo a passo de modelos originais. ficha técnica da prensa: 1.força a ser aplicada na alavanca : 80 ib. (36 kilos) 2.resistência do tijolo curado: 400-800 psi. 3.tamanho do tijolo: 10x15x30cm. 4.produção média de tijolo por sc de 50kg de cimento: 150 un. 5.produção média por dia de 08h de trabalho: 800 um. vantajens: 1.os custos dos materiais são muito baixos e se reduzem ainda mais se tem o material no lugar da edificação. 2.a prensa é portátil e não gera gastos de transporte 3.a qualidade dos tijolos maciço de solo-cimento é superior a dos tijolos furados porque suporta cargas maiores. 4.os tijolos são de fácil manuseio. 5.os tijolos não necessitam de queima, se curam naturalmente. 6.a prensa pode sofrer diversas adaptações para se fazer diversas formas de tijolos para uso em arcos, abóbadas, cúpulas e outras construções. CONTATO: robertoumbu@hotmail.com

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

INVENÇÕES COM DEPÓSITOS DE PATENTES JUNTO AO INPI

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A aventura do tijolo alternativo

MIGUEL NÍTOLO


Arquivo PB

O paulista Luís Cláudio de Ângelo perdeu a conta do número de casas que já construiu, todas elas comercializadas com terceiros mediante empréstimo imobiliário. Ângelo é graduado em direito, mas escolheu viver entre andaimes influenciado pelo pai, seu sócio, que se ocupava com a aplicação de sinteco em pisos de moradias erguidas pelos outros. Em 1995, eles ingressaram no negócio da construção civil, primeiro como pedreiros, depois como empreiteiros. E, desde o começo, utilizam em suas obras materiais convencionais que fazem sucesso em todos os lugares.

Areia, brita, cal, cimento, ferro, madeira e tijolos, o "arroz com feijão" das edificações, são nomes de forte presença no dia-a-dia de Ângelo, pequeno empresário do ramo que lança mão, invariavelmente, do mesmo mix de produtos adotado por construtores de todo o mundo. O fato é que só há muito pouco tempo ele foi informado de que aqueles materiais não são únicos, podendo ser substituídos por elementos alternativos, ainda não adotados pelo setor, mas à espera de adeptos. Na realidade, mesmo entre os grandes empreendedores do segmento da construção de moradias, há pessoas com pouco conhecimento sobre o assunto. Elas ignoram as pesquisas que o Brasil faz na área e, por extensão, não dispõem de esclarecimentos sobre as virtudes técnicas de materiais ainda pouco comuns nos canteiros de obra, mas que poderiam estar, quem sabe, barateando a construção sem comprometer a qualidade dos imóveis.
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Tijolo que não vai ao forno é opção ecologicamente correta

Produto usa terra e cimento, é mais resistente e econômico do que o de cerâmica convencional e indicado a todo tipo de construção

Darlene Delello
Agência BOM DIA

A preocupação com o meio ambiente atingiu também o setor da construção civil e a utilização de tijolos ecológicos (solo/cimento) fabricados sem ter que curar no forno vem roubando a cena na construção de casas em projetos sustentáveis.

Para cada milheiro de tijolo cerâmico convencional é necessária a derrubada e queima de 12 árvores de médio porte, o que, além de contribuir para o desmatamento, polui o ar com fuligem e a emissão de gás carbônico. Além de contribuir para o meio ambiente, a utilização desse recurso oferece uma série de vantagens, que vão desde o melhor equilíbrio térmico até a economia entre 40% e 60% no custo da obra.
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Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental

RESUMO

Neste trabalho são apresentados resultados de ensaios de laboratório, através dos quais se objetivou avaliar a possibilidade de aproveitamento dos resíduos de concreto na confecção de tijolos prensados de solo-cimento. Foram realizados ensaios de caracterização do solo utilizado, das composições desse solo com resíduos de concreto e das misturas de solo-cimento produzidas com essas composições. Conforme os resultados de ensaios realizados em corpos-de-prova cilíndricos e em tijolos de solo-cimento, verificou-se que a adição dos resíduos proporcionou melhoria nas propriedades mecânicas do solo-cimento, favorecendo a redução do consumo de cimento e a obtenção de tijolos de melhor qualidade.

Palavras-chave: reciclagem, resíduos de construção, meio-ambiente
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Empresas da Paraíba investem em produtos ecologicamente corretos

O estado da Paraíba vem ganhando destaque no setor de inovação tecnológica nos últimos anos. A atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) na região foi fundamental para o fomento à cultura inovadora entre os empresários paraibanos. Criado em 1952, com sede em Campina Grande, o Senai da Paraíba está presente em cinco cidades, através de sete unidades operacionais, prestando serviços a 22 setores da economia do estado.



Prova do desenvolvimento da inovação no âmbito empresarial da região é o constante número de propostas submetidas pelo Senai-PB para o Edital Senai de Inovação. Na edição de 2007, por exemplo, a Paraíba foi o terceiro estado brasileiro que mais inscreveu projetos, totalizando 10 propostas enviadas. Já em 2008, foram seis propostas, das quais duas foram aprovadas. Nas cinco edições do edital, o departamento da região conseguiu aprovar oito projetos, fruto do desenvolvimento da prática inovadora dentro das próprias empresas.



No Edital Senai Inovação 2008 os dois projetos selecionados foram: "Incorporação da "lama abrasiva" na produção de tijolos ecológicos com pigmentos naturais" e "Tri-toner eletrônica para reciclagem de cartuchos de toner para impressoras a laser". Ambos estão em fase de iniciação no Centro de Inovação e Tecnologia Industrial (CITI), localizado em Campina Grande, um núcleo multisetorial voltado à inovação que atende a diversos segmentos da indústria. O gerente do CITI, Josué Casimiro, ressalta a importância desta abrangência. "A inovação não está condicionada a um segmento específico da indústria. Por isso, nosso centro possui um alcance que nos possibilita atuar no desenvolvimento de um novo produto ou processo independente do segmento", afirma.



O projeto de incorporação da lama abrasiva na produção de tijolos ecológicos com pigmentos naturais, da área de construção civil, será desenvolvido em parceria com a empresa Fuji S.A. Mármores e Granitos, de Campina Grande, e vem ao encontro do potencial da região no setor mineral. "A Paraíba possui uma vocação econômica para a exploração de minerais não-metálicos, principalmente de rochas ornamentais", destaca Casimiro. O fato de estar localizado na mesorregião do cristalino faz com que o estado tenha um grande potencial na área, e muitas empresas trabalham diretamente com o beneficiamento de mármore e granito.



Entretanto, o processo de beneficiamento dessas rochas ornamentais acarreta a geração de um resíduo conhecido como lama abrasiva. Trata-se de um pó que é expelido na medida em que as rochas são ornadas, causando impacto negativo para o meio ambiente. Com o intuito de minimizar este impacto, será projetado um equipamento que incorpora esses resíduos sólidos, e os utiliza na produção de tijolos ecológicos.



Os tijolos ornamentais contarão com pigmentação natural variada proveniente do processo de incineração do couro, em parceria com o Centro de Couro e Calçado da Paraíba, e serão feitas estampagens com texturas em auto-relevo. O preço de cada tijolo ecológico ainda não foi calculado, mas estima-se que seja de 30 a 40% mais barato que o convencional. A verba destinada ao projeto é de R$ 221 mil, envolvendo contrapartidas da empresa e dos núcleos regional e nacional do Senai.



A produção de uma tri-toner eletrônica para reciclagem de cartuchos é outro projeto aprovado no Edital Inovação 2008, para o qual será disponibilizada uma verba total de R$ 260 mil. A empresa parceira do Senai na execução deste projeto será a INK Brasil Indústria e Comércio de Máquinas Ltda., de João Pessoa, uma das primeiras companhias do mundo a produzir máquinas para reciclagem de cartuchos de toner para impressoras.



O protótipo da máquina que será desenvolvido contará com mecanismos acionados por microprocessadores, uma inovação para equipamentos do gênero. Estes microprocessadores evitarão o contato manual do operador da máquina com as partículas de pó de toner que, por possuir substâncias tóxicas, pode ser prejudicial à saúde. Além disso, eliminará a emissão de micro poluentes no meio ambiente.



"O desenvolvimento desse equipamento, em parceria com a empresa através do núcleo de metal-mecânica do CITI, fará com que o operador não fique exposto a um contato direto com as partículas emitidas, que vão para o meio ambiente. É um protótipo de um produto economicamente viável e ecologicamente eficiente", garante Casimiro.



O apelo ecológico presente nos dois projetos evidencia o trabalho do Senai-PB no incentivo às práticas sustentáveis. O núcleo regional possui diversas ações neste âmbito, como a Casa Ecoeficiente. Trata-se de uma residência de médio porte que teve todos os seus cômodos adaptados à questão ecológica, sendo convertida em um laboratório de aprendizagem. Dessa forma, o Senai da Paraíba vem firmando parcerias com empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável, que reconhecem a importância de minimizar os impactos ambientais, e aplicam este conceito em inovações nos seus produtos.





(Fonte: Vanessa Guerra para o Notícias Protec - 05/09/2008)